O ceticismo necessário


"Descobrir a gota ocasional de verdade no meio de um grande oceano de confusão e mistificação requer vigilância, dedicação e coragem. Mas, se não praticarmos esses hábitos rigorosos de pensar, não podemos ter a esperança de solucionar os problemas verdadeiramente sérios com que nos defrontamos - e nos arriscamos a nos tornar uma nação de patetas, um mundo de patetas, prontos para sermos passados para trás pelo primeiro charlatão que cruzar o nosso caminho". (Carl Sagan)

sábado, 10 de abril de 2010

postagens do blogs pela democracia

sexta-feira, 9 de abril de 2010


Cartazes inesquecíveis que vão ser o maior sucesso na campanha.


Este cartaz é para virar um furor na web. Vamos divulgar! Se voce quiser fazer o seu, mude a barra de baixo e escreva o que você quiser! Use a foto! É histórica.

Um novo adesivo para a campanha!

Aproveite e faça um para o seu blog, para o seu carro, enfim, vamos mostrar pra onde o Brasil vai se eleger a boneca inflável. Pegue mais adesivos aqui.

Um vídeo para explicar o PAC.

quinta-feira, 8 de abril de 2010


Um editorial do Estadão para virar post nos Blogs pela Democracia.

Clique na imagem para ler. Faça um post. Divulgue.

Quem se habilita a entrar na rede deles?

Da Folha de São Paulo:

O PT deu a largada anteontem em seu site a uma campanha para montar uma rede de "filiados, simpatizantes e apoiadores" virtuais.O objetivo, segundo o partido, é cadastrar cerca de 100 mil pessoas só na pré-campanha, que vai até o início de julho. "Você passará a receber informações exclusivas e poderá colaborar ainda mais para manter o Brasil no rumo certo", diz o site.O PT solicita, na página de cadastro, o nome, endereço completo, área de atuação, renda, idade, escolaridade, número do telefone celular, e-mail e página no Twitter.A campanha começou com problemas, entretanto. Dos 19 comentários de internautas visíveis no site do PT na tarde de ontem, 5 traziam reclamações de que não conseguiam completar o cadastro.De acordo com o secretário de comunicação do partido, o deputado federal André Vargas (PR), o objetivo é estimular os petistas e simpatizantes a participarem de debates políticos nas redes sociais. "Agora, os atos serão mais fechados", diz Vargas.

quarta-feira, 7 de abril de 2010


O dia em que Minas conheceu Dilma Rousseff.

Copie e repasse para todos os mineiros que você conhece. É uma vergonha o que esta mulher fez, hoje, com a memória e a história de Tancredo Neves.

Tragédia no Rio no dia em que Dilma e Garotinho fazem aliança.

Já está circulando na rede este cartaz, sobre a aliança entre Dilma e Garotinho.

terça-feira, 6 de abril de 2010


Apagão Rodoviário: mais uma obra do PAC da Dilma.

Informe a população sobre o que está acontecendo nas rodoviais federais. Nunca na história deste país morreu tanta gente pelo péssimo estado das estradas. Uma vergonha.

domingo, 4 de abril de 2010


Hora de união, por FHC.

Clique para ler artigo de Fernando Henrique Cardoso, neste domingo, no Estadão. O ex-presidente explicita a importância histórica de uma união São Paulo-Minas e, de forma muito especial, submete-se, humildemente, à liderança de Serra e Aécio. O texto é de um grande homem, de um grande brasileiro.

Vejam a fraude das pesquisas Vox Populi no Coturno Noturno.

A Vox Populi, nas pesquisas de janeiro e de março, para medir as intenções de voto à Presidência da República, usou as mesmas amostras de cidades e o mesmo roteiro de entrevista dentro delas. Uma verdadeira fraude estatística. Vá ao Coturno Noturno e tome conhecimento. Repercuta. Esta é uma denúncia para entupir a área de comentários dos jornais e blogs. Bom trabalho.

quarta-feira, 31 de março de 2010

domingo, 28 de março de 2010

O exemplo de lula

Deu em O Globo

O exemplo de Lula

De Merval Pereira:
O descaso com que o presidente Lula trata as condenações que recebeu do Tribunal Superior Eleitoral resume bem o estado de complacência moral em que o país se debate, gerando o esgarçamento de seu tecido social com graves repercussões.
Está se impregnando na alma brasileira uma perigosa leniência com atos ilegais, que acaba tendo repercussões desastrosas no dia-a-dia do cidadão comum, que passa a considerar a “esperteza” como um atributo importante para vencer na vida.
Em vez de usar seu imenso prestígio junto ao eleitorado para dar o exemplo de cidadania, de respeito às leis, o presidente Lula vem, não é de hoje, confrontando publicamente as instituições que considera obstáculos a seus objetivos políticos, não apenas os meios de comunicação, a chamada “mídia”, mas principalmente órgãos encarregados da fiscalização dos atos governamentais.
Leia a íntegra do artigo em O exemplo de Lula

sábado, 27 de março de 2010

Blogs pela Democracia

Cartzes do Blogs pela Democracia para espalhar por aí.


Cartazes do Blogs pela Democracia para serem enviados para cada escola do Brasil, para cada professor honesto e trabalhador, para cada mestre deste país. O PT quer levar o país de volta à Idade Média. Querem queimar os livros. Querem incendiar o país. O primeiro deles, com certeza, será a Constituição Federal. Envie os cartazes acima para um professor amigo seu. Vamos fazer uma grande corrente para que este momento lamentável da nossa pátria não seja esquecido.

segunda-feira, 22 de março de 2010

sábado, 20 de março de 2010

Royalties: vamos ajudar o Rio a entender quem são os vilões da história.

Clique na imagem, salve e mande um "santinho" para os seus amigos cariocas!

Os Blogs pela Democracia podem prestar um grande serviço aos cariocas, se ajudá-los a entender quem são os responsáveis pelo problema dos royalties do petróleo. Só mesmo muita ingenuidade para achar que um deputadinho gaúcho tenha a força e o poder de definir questão desta natureza. Ingenuidade conduzida por políticos de má fé. Leiam, abaixo, o artigo de Dora Kramer, no Estadão:

Um gesto mais bem recebido, correspondente à fidelidade que Cabral dedica a Lula, teria sido uma ligação pessoal do presidente, propondo algo a mais que o veto presumido. Se a Câmara deu votos para aprovar a emenda, pode perfeitamente dar votos para derrubar o veto. Hoje o governo do Rio gostaria que o Palácio do Planalto fizesse duas coisas: retirasse a urgência constitucional para a votação do ponto relativo à partilha dos royalties e trabalhasse pelo adiamento da votação no Senado para depois das eleições. Agora não há clima para se discutir nem negociar nada com racionalidade. A pedido do governador Sérgio Cabral,o senador Francisco Dornelles entrou no jogo com a missão de desarmar a bomba por enquanto.Articula-se também com o presidentedoSenado,José Sarney,a procrastinação da entrada do assunto em pauta. Lula até agora não deu sinal algum de que fará algo além da promessa do veto. Ao contrário. Ontem mesmo disse que esse tema é “problema do Congresso”. O risco de o eleitorado se voltar contra o governador Sérgio Cabral, por ter se fiado só na palavra do presidente, é grande. Na proporção direta da tentativa de neutralizar o potencial malefício mobilizando a população “em defesa do Rio”. Saiu na frente, antes que na oposição atribua a ele a responsabilidade de ter levado o assunto para o campo da amizade com Lula. Antes que o eleitorado perceba que a emenda Ibsen Pinheiro só prosperou porque o governador e o presidente permitiram.Ibsen é do PMDB,o maior parceiro do governo federal. Henrique Eduardo Alves, que incluiu como relator a emenda na proposta final da alteração da mudança nas regras de exploração do petróleo, é líder do PMDB na Câmara.Ao PMDB pertence o governador Sérgio Cabral. Ninguém viu o que se passava, ninguém falou com ninguém. Haverá consequências político eleitorais? Depende. Se o eleitorado fluminense continuar fazendo o gaúcho Ibsen de Judas,o governador seguirá no papel de herói.Mas se a percepção se apurar ao ponto de as pessoas enxergarem a existência de um erro de origem que foi deixado prosperar, Lula, Cabral e Dilma podem se tornar os vilões da execução de um plano que abriu espaço para a emenda que arruína o Rio.

Royalties: mais um artigo para abrir os olhos dos cariocas

O mau combate

Maria Cristina Fernandes, no Valor Econômico

Como ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, o governador Sérgio Cabral não pode ter seu conhecimento do jogo parlamentar colocado em dúvida. Mas a aritmética mais rudimentar já antevia o resultado da votação dos royalties. Fluminenses e capixabas conseguiram arregimentar meia dúzia de votos para além de suas divisas estaduais na Câmara. Agiram como se o canto mais bonito do Brasil, que vai sediar os dois eventos esportivos mais gloriosos do mundo, não carecesse de aliados. Seria preferível chamá-los de ladrões e oportunistas. Para ser coerente, o primarismo só podia acabar mesmo em choro.
O que mais impressiona nesta sucessão de trapalhadas do governador fluminense na batalha dos royalties é a insistência no erro. Está claro que o Rio não pode perder R$ 7 bilhões da noite para o dia, mas não é chamando o resto do Brasil de covarde, como na manifestação da quarta-feira, que se vai conseguir reverter a derrota da partilha dos royalties no Senado. Cabral desprezou os discursos na manifestação de ontem. O Rio só precisa de música, explicou. Mas para vencer a aritmética terá que recorrer à política.
Inconformidade com as calçadas de porcelanato dos emirados fluminenses sempre houve, mas o direito das regiões produtoras aos royalties já adquiridos estava completamente fora de pauta. Só o desprezo pelo princípio de que o embate de ideias não passa pela desqualificação dos interlocutores pode justificar a vitória da emenda dos deputados Ibsen Ribeiro (PMDB-RS) e Humberto Souto (PPS-MG) na Câmara.
A ideia original do Executivo era remeter a questão dos royalties para uma lei a ser votada depois do marco regulatório do pré-sal. Por pressão dos Estados não produtores, um texto com um novo modelo de repartição começou a ser negociado entre Congresso, Palácio do Planalto e governadores. Foi nessa fase que Cabral radicalizou tanto com acusações públicas à "boiada, maioria burra que fica discutindo percentual" (Valor, 28/12/2009), quanto em bate-boca que o antagonizou com ministros do governo nas intermináveis reuniões em que o texto foi discutido no fim do ano passado.
Dessa radicalização, saiu aparentemente vitorioso com um texto que preservava, em grande parte, a fatia dos rendimentos de seu Estado com o petróleo acima e abaixo da camada de sal. O Congresso entrou em recesso e o governador parecia tão seguro de sua estratégia de enfrentamento que tratou de replicá-la na montagem do palanque da ministra Dilma Rousseff no Estado .
Ao invés de começar a bater perna pelo interior, onde parece lhe faltar votos, chegou a afirmar, de seu camarote de anfitrião na Marquês de Sapucaí, que não admitiria dividi-lo com Anthony Garotinho, adversário de seu projeto de reeleição. Nem Jaques Wagner, um dos mais próximos governadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ousara colocar a questão nesses termos face à candidatura do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, ao governo da Bahia.
Passado o Carnaval, não apenas a candidatura Garotinho havia avançado, como a boiada rival de Cabral já tinha sido contaminada pelo germe do antagonismo às pretensões fluminenses e capixabas. Contaram ainda com a pressão dos prefeitos - o exército mais organizado das eleições de outubro - que afluíram em manada a Brasília no dia da votação. Uma solução mais negociada foi tentada até a última hora, mas o Rio só aceitava tudo. Ficou sem nada.
Nem a derrota lhes devolveria a humildade. Numa referência indireta ao deputado gaúcho, que teve seu mandato cassado em 1994, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, atribuiu o resultado da votação a "uma gente que só entra na vida pública para fazer besteira". A tática terrorista arregimentou a Confederação Brasileira de Futebol e o Comitê Olímpico Brasileiro para atestarem a inviabilidade da Copa e da Olimpíada sem o dinheiro dos royalties.
A radicalidade da solução Ibsen levou o governador de São Paulo, José Serra, tão aquinhoado quanto o Rio pelo pré-sal, a se manifestar com a cautela de não somar ao calejado estigma de São Paulo contra a federação o tom empedernido da manifestação fluminense.
Nem a Dilma nem a Serra interessa buscar voto num Estado contaminado pela propaganda de que teriam sido omissos frente aos interesses locais. Mas a esta altura a entrada de ambos no front os coloca na condição de credores de Cabral - posição em que Lula reinava soberano.
A reversão do texto no Senado está longe de ser uma batalha perdida para o Rio. A começar pela escolha de argumentos mais racionais. O petróleo é tributado no destino. Sem royalty nem ICMS o Rio não sobrevive.
A renda gerada pelo minério é apropriada fora de seu local de produção, que é contaminado por problemas com violência e prostituição. Foi essa a lógica que mobilizou a legislação em vigor. A permanência acentuada desses problemas nos Estados campeões do petróleo indica que este é um problema que extrapola suas divisas - basta contar quantas vezes as forças nacionais de segurança já saíram em socorro do Rio.
Neguinho da Beija-Flor, um dos ideólogos do movimento, lançou o slogan "O Rio de Janeiro viu primeiro". Mas a alegoria desta nova etapa da exploração do petróleo no país parece ser outra. Por mais que Cabral tenha confiado no apoio de Lula ao quinhão fluminense, a situação do Rio já estava comprometida desde que o presidente enfiou as mãos no óleo e engatou o discurso da redenção nacional.

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